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Abrigo das letras

Abrigo das letras

Desafio Caixa de lápis de cor#8# Rosas

Na sequência do desafio de hoje criado pela Fátima Bento apeteceu-me fazer uma ode às rosas. Adoro a flor e o seu perfume, e no meu jardim existe uma roseira que se tornou um símbolo especial!

Rosa é nome de  flor

também nome de mulher,

são flores que adoro colher

e à minha mãe oferecer!

Hoje é o dia da Mulher

rosas elas vão receber,

lindas são as vermelhas

que o amor vai oferecer

Existem rosas brancas,

amarelas e salmão,

desabrocham no meu jardim

e inundam o meu coração!

O seu perfume é suave

leve e sensual,

todo ele é um aroma

a despertar no roseiral!

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Neste desafio participo eu, a Fátima Bento Concha, A 3ª Face, a Maria Araújo, a Peixe Frito, a Imsilva, a Luísa De Sousa,  a Ana D., a Célia, a Charneca Em Flor,  a Gorduchita, a Miss Lollipop, a Ana Mestre a Ana de Deus, a Cristina Aveiro, e a bii yue

"Todas as quartas feiras e durante 12 semanas publicaremos um texto novo inspirado nas cores dos lápis da caixa que dá nome ao desafio. Acompanha-nos nos blogues de cada uma, ou através da tag "Desafio Caixa de lápis de Cor".

Vasculhar a bolsa de uma mulher

Procurar alguma coisa na bolsa de uma mulher é quase como procurar "agulha num "palheiro". Sejam elas pequenas ou grandes o tormento é sempre o mesmo, a mão procura, procura, anda às cegas lá dentro e nunca mais encontra a bendita chave do carro. Por vezes é preciso despejar tudo para que a dita apareça.

A solução devia passar por usar um detector de metais na ponta dos dedos, antes de estes entrarem às cegas no interior da mala! Se calhar, resultava!

 

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Esta coisa da "depilação"

Haverá coisa mais chata para uma mulher que "esta coisa da depilação"? É uma coisa que odiamos fazer e que não podemos adiar por muito tempo, ou corremos o risco de ter uma selva de pêlos em cima da pele.

Então, por mais chata que seja esta tarefa, ligamos à tomada, a panela da cera para aquecer e arrancar esses pêlos que nos incomodam, ou então, arranjamos disponibilidade e vamos à esteticista para que ela nos faça esse trabalho.

 

Praia à porta, pele descoberta, eliminação de pêlos indesejados, aí está uma coisa a pôr em prática durante os próximos meses!

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Saudade e sonho

Eras pouco mais que uma miúda, eras uma jovem mulher com muitos sonhos e projetos de vida para o futuro. Eras uma jovem mulher que ao lado do teu príncepe encantado sonhavas construir uma casa e uma familia e viverem juntos até serem velhinhos. Sonhavas junto com ele, ensinar coisas novas, brincar, passear e buscar à escola os filhos, depois os netos, sonhavas fazerem viajens juntos, passear de mão dada, olhar o pôr do sol, sonhavas tantas coisas simples mas que para ti eram castelos dourados, quando eras uma jovem mulher! Um dia recebeste aquela notícia que te apunhalou pelas costas e o teu projeto de vida e os teus sonhos ruíram como um castelo de cartas Hoje és uma mulher que amadureceu, que vê sozinha o pôr do sol e que aprendeu a viver apenas com um sonho, fazendo desse sonho a sua prioridade suprema, abdicando de muitas coisas para o concretizar. És uma mulher madura, tornaste o teu sonho realidade e és feliz á tua maneira.  Um sonho com o qual vives todos os dias e que deu sentido, luz e alegria à tua vida!

Prós e contras

Conssegui ver uma parte do programa"prós e contras" apresentado por Fátima Campos Ferreira às segundas feiras no canal um, o tema foi "barrigas de aluguer". O debate estava muito aceso com opiniões muito divergentes, onde uns defendem que mãe é aquela que dá à luz e outros defendem que mãe é aquela que é dona do "material genético". Ora, em linguagem popular, aquilo que sempre ouvi dizer, e não falando em termos clínicos nem juristas; (mãe é aquela que cria mas, mãe verdadeira é aquela que pariu). Pontos de vista muito diferentes tanto hoje como antigamente para o mesmo tema, com uma grande diferença (noutros tempos não havia barrigas de aluguer) havia pessoas que simplesmente davam os filhos a quem não os podia ter, por não os poder criar. A quem é que estas crianças chamavam mãe? - a quem lhe deu amor, a educou e a fez dela a pessoa que é hoje evidentemente.... mesmo porque, nestas situações como nas de "barriga de aluguer" a criança não tem qualquer contato com a mulher que o deu à luz.

A mulher que empresta o seu ventre para gerar um ser que não é seu, vai sentir-se sempre mãe da criança que deu à luz, mesmo não tendo sido com o seu "material genético", porque uma mulher não é uma máquina, uma mulher tem sentimentos muito profundos que se criam ao longo dos nove meses que um feto se vai desenvolvendo dentro do seu corpo. Penso que deve ser penoso para essa mulher ter que entregar esse "filho" ao casal que a contratou para prestar esse serviço, mesmo sabendo de inicio que o desfecho seria esse.