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Abrigo das letras

Abrigo das letras

A parábola do filho pródigo

Uma das parábolas mais bonitas que já ouvi. Um pai tinha dois filhos, certo dia o mais novo quis ir conhecer o mundo e pediu a seu pai a parte da herança que lhe cabia, o pai atendeu o seu pedido e o filho partiu. Depois de tudo ter gasto, e nada ter que comer, aceitou um emprego como guardador de porcos e nem as alfarrobas que estes comiam ele podia comer. Pensou que em casa do seu pai havia comida em abundância até para os trabalhadros e ele ali a morrer de fome, decidiu voltar e pedir perdão ao seu pai.

Quando o pai o viu regressar correu ao seu encontro, beijou-o e mandou preparar uma grande festa, o seu filho estava perdido e foi encontrado, "estava morto e resuscitou". O outro filho não encarou este procedimento correto....

 

O que quero aqui sublinhar é que o Amor de um pai ou de uma mãe jamais se questiona, é um amor sem limites que tudo perdoa, um pai ou ou uma mãe sofre quando o seu filho sofre, deixa de comprar para si seja o que for para que nada falte ao seu filho, anseia para ele uma vida prodigiosa e feliz, tudo faz para que ele se sinta bem. O amor de um pai ou de uma mãe é incondicional, o seu filho é muito mais importante que ele mesmo, por isso este pai fez o que faria qualquer pai que ama o seu filho em qualquer parte do mundo. Perdoa o seu filho e o recebe de braços abertos!

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Dia dos irmãos

Feliz daquele que tem irmãos e irmãs e que tem boa relação com todos eles. Faço parte deste grupo e sou feliz por isso.

Sempre fomos amigos uns dos outros, felizmente vivemos quase todos relativamente perto, o que nos permite visitar-nos com frequência.

Compreendo com alguma relutância quem tem só um filho por opção, mas não opino sobre isso. Só posso dizer que é extraordinário ter irmãos, no entanto, hoje ainda não falei com nenhum dos meus irmãos ou irmãs apesar de ser o "DIA DOS IRMÃOS"!

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Prós e contras

Conssegui ver uma parte do programa"prós e contras" apresentado por Fátima Campos Ferreira às segundas feiras no canal um, o tema foi "barrigas de aluguer". O debate estava muito aceso com opiniões muito divergentes, onde uns defendem que mãe é aquela que dá à luz e outros defendem que mãe é aquela que é dona do "material genético". Ora, em linguagem popular, aquilo que sempre ouvi dizer, e não falando em termos clínicos nem juristas; (mãe é aquela que cria mas, mãe verdadeira é aquela que pariu). Pontos de vista muito diferentes tanto hoje como antigamente para o mesmo tema, com uma grande diferença (noutros tempos não havia barrigas de aluguer) havia pessoas que simplesmente davam os filhos a quem não os podia ter, por não os poder criar. A quem é que estas crianças chamavam mãe? - a quem lhe deu amor, a educou e a fez dela a pessoa que é hoje evidentemente.... mesmo porque, nestas situações como nas de "barriga de aluguer" a criança não tem qualquer contato com a mulher que o deu à luz.

A mulher que empresta o seu ventre para gerar um ser que não é seu, vai sentir-se sempre mãe da criança que deu à luz, mesmo não tendo sido com o seu "material genético", porque uma mulher não é uma máquina, uma mulher tem sentimentos muito profundos que se criam ao longo dos nove meses que um feto se vai desenvolvendo dentro do seu corpo. Penso que deve ser penoso para essa mulher ter que entregar esse "filho" ao casal que a contratou para prestar esse serviço, mesmo sabendo de inicio que o desfecho seria esse.