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Abrigo das letras

Abrigo das letras

Dezembro, mês de:

Um atrás do outro e já cá estamos outra vez, Dezembro, Natal!

E Dezembro é mês de:

Dias pequenos: não dão para nada, anoitece às cinco da tarde, se nos descuidamos um bocadinho, quando damos por isso, já é noite.

Euforia: corrida às lojas, preocupação em fazer as melhores compras ao melhor preço.

Magia: uma certa magia acontece no ar, existe uma onda que inebria a nossa forma de estar e deseja-se "feliz natal" a toda a gente.

Compras: um mês louco de compras, gasta-se o que se tem e por vezes até o que não se tem. Compra-se até o que não se precisa. A sede de consumo não tem limites

Presentes: Tarefa difícil é escolher o presente perfeito, as pessoas hoje em dia têm tudo.

Stress: Sem dúvida que se entra em algum stress com toda esta envolvência de querer comprar e ter pouco tempo para tal, de ter que esperar em filas, de ver produtos esgotados etc...

Festas: Finalmente chega a noite de Natal, todos os presentes estão comprados, todos os ingredientes para o jantar  da grande noite estão também comprados, não faltam as couves e o bacalhau, as panelas estão no fogão, os doces já estão feitos, a familia está reunida.

Almoços ou jantares de Natal: este é o mês em que as empresas reunem os funcionários para os almoços e jantares de natal e também os grupos de amigos organizam os ditos jantares ou almoços.

Gastos supérfulos: Pois é, gastos supérfulos é o que não falta. Compra-se, compra-se, compra-se....

Confusão no trãnsito: nesta época intensifica-se sempre, as pessoas precisam de sair mais, e é nesta altura que se aproveita para visitar as familias que estão longe.

e,

a razão principal de tudo isto e por vezes a mais esquecida, a celebração do nascimento de Jesus Cristo!

Vamos portanto não esquecer de celebrar este Natal no verdadeiro sentido, na sua verdadeira essência. Não basta fazer a festa é acima de tudo preciso VIVER a FESTA e vivê-la significa olhar para o outro que está ao nosso lado, saber se ele está bem, saber se precisa de alguma ajuda, de alguma palavra de conforto de algum carinho porque Jesus Cristo está em cada um de nós!

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Do outro lado da rua

Os sons que atravessam rua e as janelas chegam-me aos ouvidos na forma de música a tocar num som bastante elevado, mas levando em conta que a hora da noite ainda suporta este tipo de ruídos, a juventude está no auge e precisa de se divertir. Ao fim e ao cabo é sabado à noite.... Possivelmente está a decorrer uma festa de anos, a churrasqueira está acesa, a carne a grelhar e todas as luzes da casa estão acesas....

Sabado á noite... também eu poderia estar numa festa ou num cinema, mas o conforto da minha casa é tanto ou mais agradável que essas coisas, enroladinha numa manta e de lareira acesa, um filme na televisão, boa companhia e estão reunidas as condições para ser uma noite bem passada!

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Festa do cinema

Quem puder aproveitar, esta é uma boa opotunidade para ver cinema a 2, 50€ o bilhete, durante os dias 16, 17 e 18 em todas as salas de cinema do país.

 

Dois bilhetes por favor e uma caixa de pipocas, assim foi feito o pedido ao balcão da entrada para a sala de cinema.

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 Durante a exibição do filme, a minha mão ia e vinha a caminho da caixa das pipocas, quando o ecrã deixou por momentos de ter imagem e som e se fez um silêncio total. A minha mão ficou suspensa a cortar o ar, como que hipnotizada, qualquer movimento que fizesse iria cortar aquele silêncio, e toda a gente ia perceber que eu estava a mexer nas pipocas, pelo que a minha mão se absteve completamente de mexer nas pipocas naquele momento.

A imagem e o som voltaram a encher o ecrã. Saí satisfeita porque gostei do filme que vi e há muito tempo que não ia a uma sala de cinema. O filme que vi foi " MONEY MONSTER" com algum suspense e ação onde uma das figuras principais é Júlia Roberts

 

Hoje foi dia de ir ao cinema, não percam, até dia 18 é a festa do cinema!

 

Brincadeiras no parque

No parque brincavam crianças, havia um grupo que se destacava, com a orientação de um adulto as crianças faziam uma roda e brincavam felizes, no entanto, a uns metros de distãncia encontrava-se um menino amuado e as lágrimas corriam pelo seu rosto, um adulto lhe terá contrariado a vontade, os outros brincavam e ele ali permanecia encostado ao muro, até que a determinada altura alguém conseguiu contrariar o seu amuo sem lhe fazer a vontade, as palavras certas e o jeito de as dizer produziram o efeito pretendido.  Voltou a juntar-se às outras crianças e a festa continuou. O bolo da menina que fazia anos encontrava-se em cima de uma toalha e a toalha em cima de uma manta de piquenic, todos os meninos e meninas se sentaram em redor e cantaram parabéns à aniversariante e todos comeram bolo de seguida. A menina estava radiante, era o seu aniversário, a sua festa com os seus convidados. Que bom fazer anos quando se é pequeno, a festa é nossa, somos o elemento principal da festa e recebemos prendas que adoramos.Todas as prendas são surpresas. No entanto não somos sempre pequenos, os dias, meses, anos decorrem a um ritmo alucinante e quando ainda não demos conta, as crianças já são grandes, já não querem festas organizadas por nós, já não sabemos que prendas havemos de lhes dar (eles têm tudo e o que não têem é demaziado caro para se poder oferecer). Olhamos para trás e sentimos saudades de quando eram pequenos, de quando dependiam de nós para tudo!