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Abrigo das letras

Abrigo das letras

Orou, cantou e conviveu!

"Meu Deus, eu creio, adoro, espero e Vos amo, peço-Vos perdão pelos os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam".

Pela força profissional, pela força do lazer, pela força de problemas com a saúde e por outras razões, o certo é que  se vai perdendo hábitos que foram transmitidos pelas gerações anteriores. Hábitos que até nos faziam sentir bem connosco e com os outros. Hábitos que também já transmitiu.

 

A nãe já é idosa, mas nunca falha e diz "eu não te ensinei assim", pois não, desabituei-me foi o que foi, responde. A mãe diz - é falta de fé, e ela responde, não tem a ver com isso. Poderia arranjar uns tantos argumentos para se esquivar, mas não interessa, não precisa de se justificar à mãe. Precisa sim é de se justificar a ela mesma e sabe perfeitamente que não tem argumentos que justifiquem porque se não pode ir numa hora ou num dia, vai noutra hora ou noutro dia. É tudo uma questão de opção.

 

Quando vai, gosta de lá estar e arrepende-se por não ir mais. Gosta do ambiente, gosta dos cânticos, gosta das palavras do padre, gosta do ritual e sobretudo gosta de conversar com as pessoas à saída da missa. Ali tem sempre a oportunidade de conviver com as pessoas e até ir tomar um cafésinho, pôr conversas em dia, saber como vai fulano e cicrano.

 

Hoje ela foi, orou, cantou e conviveu, começou bem o dia! Bem haja.

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Fátima e a fé que nos move

Os Peregrinos estão a chegar a Fátima depois de dias e dias de caminhada. Mais logo as cerimónias vão começar. O que nos move para tão longas caminhadas? penso que a principal motivação será a Fé. E o que é realmente, Fé? Ter fé é acreditar, é confiar verdadeiramente em alguma coisa ou alguém. Neste caso, a Fé é dirigida à Virgem Maria, os crentes acreditam obter benefícios da Virgem, acreditam vivamente que alguma coisa mudará nas suas vidas. Fazem peregrinações em agradecimento, em súplica ou em adoração.

 

No interior de cada um existe algo de muito profundo e muito intímo que unifica um movimento e  um mesmo objetivo.

 

Cresci a ouvir falar dos milagres de Fátima, cresci a acreditar neles, cresci a ter Fé. Poderia ter questionado, claro que questionei,  poderei ainda questionar, claro que questiono, porém, a minha Fé  é mais alta que qualquer questão que colocarei. Posso acreditar simplesmente porque me habituei a acreditar, mas não é isso, algo mais me diz que não é isso.

 

Algo me diz também que os milagres de Fátima não aconteceram por acaso e Fátima tornou-se um local de Fé e de culto, também não é por acaso!

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