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Abrigo das letras

Abrigo das letras

É hora de escrever

A Primavera chegou ao meu espaço, deu-lhe luz, força e confiança.

Quando o cansaço, o desânimo e a vontade de desistir tomam as rédeas, porque a mente está bloqueada, a inspiração e a criatividade se foram, até as palavras parecem fugir do alcance, eis que surge uma pequena vela que se acende, e aquela pequena luz possui um dom enérgico e mágico, dá uma vida nova a tudo o que  parecia ter uma carga negativa.

Essa pequena vela acendeu hoje no meu espaço com um desejado destaque pela equipa Sapo em Caminhos da serra. Não posso dizer que não ligo a um "destaque" , porque ligo sim e muito, deixa-me muito feliz. É a pontuação máxima ao meu teste, e quem não gosta de ter uma boa pontuação num teste?

Escrever, escrever muito é uma terapia tão boa como ler, porém, tão ignorada por tanta gente que não tem hábitos nem de uma coisa nem de outra. Quando escrevemos conseguimos nos abstrair do nosso tempo real, de situações que nos fazem sofrer e entrar no tempo da nossa narrativa visualizando cenários que apenas só nós podemos ver mas que queremos que os outros consigam ver através das nossas palavras.

Escrever é como ler, absorve e relaxa a nossa mente.

Enquanto pensamos nas palavras e as escrevemos no papel ou no ecrã de um computador, para resumir o que nos vai no pensamento, dentro do nosso mundo, aquele que é só nosso, ou aquilo que queremos partilhar com os outros, é um tempo em que a nossa mente se ausenta da trivialidade do dia a dia, para nos dedicarmos a algo que nos dá prazer!

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Excesso de confiança

Por vezes somos traídos pelo excesso de confiança que depositamos em nós próprios. Não é habitual ver o programa "Big picture", mas naquele dia estava a ver, o concorrente numa determinada pergunta, afirmou logo que aquela era a resposta certa, não havia qualquer dúvida, aquela era a resposta certa, de tão convencido que estava que era aquela a resposta nem se apercebeu da dica de ajuda do apresentador. Ainda tinha as três ajudas disponíveis, mas para quê usar uma ajuda se a resposta era de certeza aquela.

 

Por vezes acontece afirmarmos com certeza absoluta uma questão que na verdade não é a verdade.

 

Quando o apresentador revela a resposta certa, o concorrente ficou atordoado, todas as certezas se desfizeram em cacos, como era possível aquilo, a resposta na qual depositara tanta certeza não era a certa e tinha as três ajudas.

 

Certezas, também já me aconteceu muitas vezes afirmar com nítida certeza algo que pouco depois a certeza inicial se transforma em muitas dúvidas.

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Assim, confiança e prudência devem andar de mãos dadas para não sermos traídos por nós mesmos! 

Pessoas arrogantes

 

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"Existe uma grande diferença entre confiança e arrogância. A confiança inspira os outros, a arrogância intimida. Pessoas arrogantes acham que sabem tudo, pelo que nunca vão reconhecer o valor dos outros."

 

Adriana aproximara-se de Marisa com voz meiga e gestos de amizade, ia-lhe confiando alguns aspetos da sua vida no sentido de ganhar a confiança de Marisa. No entanto, quando as coisas não estava de feição, ficava irritada e punha a nu toda a sua própria natureza, o seu timbre e entoação de voz começava a dar sinais de pessoa arrogante e desconfiada. Fazia-se de vitima por tudo o que acontecia, mesmo pelos erros que ela própria tinha cometido e que atribuia a culpa aos outros, pois só ela sabia fazer as coisas, só ela queria poder controlar tudo com uma segurança que sabia não possuir, o que a deixava ainda mais azeda, não admitindo tal facto. As opiniões dos outros jamais tinham relevância. Sentia sem admitir, inveja e ciúme por aquelas pessoas que de alguma forma eram superiores a ela. Aos poucos, Marisa ia descobrindo que algumas das coisas que Adriana lhe contava eram mentira, começou a perceber que Adriana estava a querer controlá-la e manipulá-la, mas, Marisa, ao perceber o esquema, não se deixou intimidar, foi-lhe respondendo à letra. 

Adriana era uma pessoa toxica.

Uma pessoa a evitar!