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Abrigo das letras

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Desafio: Caixa de lápis de cor#1#azul marinho

Golfinhos, Nacala e o Profundo Azul Marinho

Nada podia ser mais perfeito, muito amor, um navio, o profundo azul e os golfinhos.

Dias e dias, uns atrás dos outros navegando dentro de um navio de grande porte, sentados na proa, novos e apaixonados olhamos à nossa volta, seja para cima, para baixo ou para os lados só vemos azul, e mais azul, uma cor mais aberta quando olhamos o céu, mais escuro quando olhamos o mar, e pintado de branco pela espuma que o rasto do navio deixa pelo o seu casco cortando as ondas.

Estamos fora do mundo, o nosso mundo agora é esse azul, o navio uma ilha flutuante que desliza cortando as ondas.

O tempo não conta, abeiramo-nos da amurada e vemos saltitando, aparecendo e desaparecendo no meio do imenso azul marinho, golfinhos e mais golfinhos brincando e e dando um espectáculo maravilhoso para os seus espectadores, eles são a nossa companhia favorita  diária.... parece que sabem que necessitamos deles. 

Éramos tão novos, tão apaixonados um pelo outro e os dois pela vida, um mundo  à nossa espera e uma vida inteira para viver.

O tempo passou, o Nacala deixou de navegar, o nosso amor amadureceu e permaneceu, hoje já não somos novos mas os golfinhos continuam lá, tranquilos na sua dança no azul  marinho profundo, essa cor intemporal que estará  lá sempre para quem ama o mar, as ondas e a sua cor azul marinho!

Deixo aqui a minha participação no desafio da Fátima Bento, desafio daqui

Cópia de 1970 - CNN Navio Nacala.jpg

Imagem tirada da net

 

 

 

A vida

A vida é como jogar uma bola na parede:

A vida é como jogar uma bola na parede:
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma
que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta;
não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir
aquilo que nós lhe oferecemos.

Albert Einsten