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Abrigo das letras

Abrigo das letras

Quando a campainha toca

Antes de abrir a porta verifico quem toca a campainha, quase sempre são, ou as testemunhas de Jeová, ou comerciais a querer vender pacotes de telecomunicações ou então, o carteiro quando trás uma carta registada. Olhei sem ser vista e vi duas moças com pastas na mão. Não abri a porta - deixas-as ir - certamente andam a vender alguma coisa ou a fazer inquéritos - não tenho paciência.

 

Já me interromperam o descanso merecido de que estava a desfrutar.... já me perturbaram.

 

Por outras experiências de tempos idos, em que algumas vezes me convenceram a comprar coisas que afinal não me faziam falta nenhuma, agora já não estou para isso, e quanto a inquéritos também não é coisa que goste de responder, por vezes fazem perguntas muito pessoais às quais também não gosto de responder e também não gosto de ser mal educada.

 

Posto isto, e ainda ontem se celebrou o dia da Liberdade, somos livres para agir da forma que entendemos desde que não se ponha em causa a liberdade dos outros. Sou livre para abrir ou não abrir a porta quando a campainha toca!

 

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