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Abrigo das letras

Abrigo das letras

Os incêndios não dão tréguas

Chega-me às narinas um certo cheiro a mato queimado trazido pelo vento, vou à varanda olhar ao longe em todas as direções a ver se alcanço o local que lança o cheiro. Não vislumbro focos de incêndio, mas em algum sitio, mato está a ser consumido pelas chamas, o cheiro que me chega não engana. A minha zona felizmente não costuma ser muito castigada pelas chamas, acontecem alguns fogos, lembro-me de uns dois ou três que foram mais perigosos.

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 Na televisão passam as imagens de casas com as labaredas a sair pelas janelas, passam imagens desoladoras de áreas muito grandes cobertas de um manto negro e os esqueletos das árvores, hirtos, isentos de folhagem. Pessoas cansadas que árduamente combatem o flagelo das chamas, homens e mulheres que arriscam a vida para salvar bens e pessoas. Como dou apreço a estas pessoas, como dou valor à sua coragem....

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