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Abrigo das letras

Abrigo das letras

Calma rapariga, pára de tremer

Tinha encontrado umas pessoas que já não via há anos, cumprimentei-as, conversei com elas e fiquei feliz de as ver. Entro no carro e sigo a minha estrada em direção ao meu destino. Embrenhada em pensamentos naquelas pessoas que tinha acabado de rever, conduzo distraída até que ... meu Deus ... estás muito próxima da passadeira ...aquela senhora de vestido amarelo vai atravessar a passadeira ..... travagem brusca, uma pequena guinada para a esquerda... safaste-te desta.... o teu coração vai saltar do peito, os teus braços e mãos tremem - recompõe-te rapariga, não aconteceu nada.

 

Felizmente não aconteceu nada, uma mãozinha protetora e invisível me protegeu, mas podia ter acontecido uma grande desgraça, e ainda por cima ia com velocidade a mais para aquele sitío, atropelar uma pessoa na passadeira, nem quero pensar... quando parei o carro toda eu tremia.

 

Por norma tenho um tipo de condução prudente, não me posso dar ao luxo de distrações mesmo que sejam em pensamento. As distrações em condução podem ser a desgraça da nossa vida que no momento está bem e, pode de um momento para o outro ficar virada do avesso!

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2 comentários

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    Maria 30.06.2016 19:52

    É certo que a culpa seria minha se acontecesse o pior, e que eu tinha obrigação de parar, mas às vezes eu não entendo as pessoas, porque eu quando estou para atravessar uma passadeira, certifico-me sempre se estou a entrar nela em segurança. Não tenho por costume começar a entrar na passadeira sem ter a certeza que o carro vai parar para eu passar. Nunca se sabe quando vem um distraído como eu ia!
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