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Abrigo das letras

Abrigo das letras

Areia embrulhada em espuma

Caminho sobre o rebentar das ondas, piso areia embrulhada em espuma, a frescura envolve os meus pés e os beija com doce ternura. As pegadas que atrás de mim deixo, são engolidas pela mesma areia embrulhada em espuma que piso deixando a areia lisa e intocada, nenhum rasto de mim fica com se de uma vida apagada se tratasse... o mar tem este poder... da mesma forma que apaga as tuas pegadas na areia, apaga a tua memória quando contemplas essa imensidão de água até perder de vista que é o oceano.

Estendo o olhar e avisto no pontão dois pescadores que estendem a linha e esperam... esperam... e... pronto.... um esticão.... algo puxou a linha, o pescador enrola rapidamente a linha e, sai saltitando da água um belo peixe... talvez um robalo... o pescador já tem um belo almoço.

Continuo pisando areia embrulhada em espuma e agora observo alguns surfistas que apenas brincam com as pranchas, vão de cá para lá e vice versa, o mar não dá para mais, está muito calmo, eles divertem-se  são felizes.

O sol está muito quente, alguns pequenos grupos de pessoas já aproveitam a praia e já se bronzeiam ao sol de Abril.

A cor do mar está magnifica de um azul quase verde com ligeiros tons de esmeralda, quase cristalino. O sol reflete-se e dá-lhe uma tonalidade prateada... A areia é fina e dourada, tão bela e sedutora... este é o mar que eu amo, é o mar da Ericeira!

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