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Abrigo das letras

Abrigo das letras

Esta coisa da "depilação"

Haverá coisa mais chata para uma mulher que "esta coisa da depilação"? É uma coisa que odiamos fazer e que não podemos adiar por muito tempo, ou corremos o risco de ter uma selva de pêlos em cima da pele.

Então, por mais chata que seja esta tarefa, ligamos à tomada, a panela da cera para aquecer e arrancar esses pêlos que nos incomodam, ou então, arranjamos disponibilidade e vamos à esteticista para que ela nos faça esse trabalho.

 

Praia à porta, pele descoberta, eliminação de pêlos indesejados, aí está uma coisa a pôr em prática durante os próximos meses!

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O livro que leio

 

O livro que leio, prende-me a atenção, encontro-me dentro dele, naqueles lugares, vivendo aquelas situações, aqueles momentos, não percebo que os minutos, as horas não param só porque estou a ler um livro. Os olhos cansados, a boca seca avisam-me que é hora de fazer uma pausa. Sacudo os ombros, esfrego os olhos, estico as pernas e levanto-me. Vou buscar um copo de água, a água molha a minha boca, desliza pela minha garganta, refresca o interior do meu corpo.

 

A água que bebo é da torneira, dizem que a água da torneira tem um sabor esquisito, que sabe a desinfetante. Eu bebo água da torneira, houve um tempo em que bebia água engarrafada mas, cheguei à conclusão que não fazia sentido andar a carregar e a pagar garrafões de água, quando a torneira está ali sempre à mão. Cheguei também à conclusão que a água engarrafada é apenas e somente uma máquina de fazer dinheiro para alimentar indústrias e enriquecer uns tantos, porque um dia alguém se lembrou de dizer que a água da torneira tinha mau sabor.

 

Dou alguns passos pela casa, volto a esticar as pernas e a sacudir os ombros, o meu olhar estende-se para lá das vidraças da janela que dá para a varanda, ao longe está o mar, ali mais perto está uma estrada, nela, passam carros e os carros levam pessoas. A praia não está longe, o mar parece estar calmo e o sol é quente (hoje tem sol, amanhã vai estar chuva) dizem eles na metereologia. Hoje está sol, as pessoas passam nos carros, talvez vão até à praia, talvez vão buscar as crianças à escola....

 

Volto ao meu livro, devoro palavras atrás de palavras, palavras que fazem sentido no contexto em que estão inseridas. Às vezes, tenho que voltar atrás na leitura para perceber o que está escrito à frente, outras vezes estou a ler e o pensamento fugiu para outra dimensão qualquer, nessas vezes, também tenho que voltar atrás para reler aquilo que li sem ler.

 

Quando isso acontece, é o subconsciente que me está a avisar que é hora de fazer uma pausa e beber mais um copo de água.

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Finalmente as temperaturas já agradam

As temperaturas dos últimos dias e as prevista para hoje, convidam à praia, às caminhadas e às atividades ao ar livre. Nunca é demais relembrar  para os cuidados que devemos ter com as primeiras exposições do nosso corpo ao sol. Não as vou aqui descrever porque todos já as conhecem de sobra. Nem todos as pôem em prática, mas isso já é um problema de cada um.

 

É tão bom sentir o solinho aquecer a pele, é tão bom vestir roupas mais leves, é tão bom sentir o cheirinho da primavera e ouvir o chilrrear da passarada!

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A praia

Estendo na areia fina e dourada, a minha toalha de cor verde esmeralda e alguma fantasia amarela, dispo a pouca roupa que me cobre o corpo, passo o protetor solar de fator 30 e estendo-me ao sol. A areia está quente, o céu azul e a cor do mar é de um azul esverdeado transparente, uma cor linda. A temperatura da água é otima e que bem que sabe ir a banhos pela primeira vez neste verão. A praia não está cheia, mas tem o numero de pessoas suficientes para que todos possam relaxar e gozar a praia sem os atropelos de gente que enchem as praias aos fins de semana e nos meses de Julho e Agosto. Observo as pessoas, corpos bem torneados, outros nem por isso, corpos bronseados, outros muito brancos, biquinis minis e maxi... mas a minha atenção recai mais no vai e vem das ondas leves, nas gaivotas ou naquele avião que passou muito baixo e fez um barulho ensurdecedor.... uma nuvem começa a tapar o sol e logo arrefece, é tempo de levantar a toalha, vestir a roupa, calçar os chinelos de enviar no dedo e caminhar ao longo da praia, apreciar o quanto é bela a natureza...

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Desagrado

O que é isto? perguntei eu a mim mesma quando cheguei à praia, outras pessoas fizeram a mesma pergunta para si e para todos os que quizeram ouvir. Havia chapéus de sol (daqueles que agora as entidades competentes colocam em todas as praias a dar a impressão que estamos num país tropical), e espreguiçadeiras de madeira feitas com paletes (muito originais por acaso), até aqui tudo bem, o que despertou a revolta dos veraneantes foi que, à volta do perímetro dos chapúes e espreguiçadeiras foi feito um murinho com as pedras que foram retiradas aquando a limpeza do referido perímetro. A primeira impressão - temos um espaço limpo na praia que está vedado e o resto da praia são só pedras grandes e pequenas - o que significa? ouvindo conversas daqui e dali percebi que as entidades competentes vão a partir de amanhã (16 de Junho) dia em que abre oficialmente a época balnear, começar a cobrar a quem queira ocupar o tal espaço - Estamos a falar de uma praia à qual foi atribuído a bandeira azul e está incapaz de se tomar um banho ou até molhar os pés, porque toda ela são pedras e limos. Ainda por cima querem cobrar no pequeno espaço que limparam? A indignação é total...

Praia

praia
A tarde está a chegar ao fim, as poucas pessoas que estavam na praia neste dia ensolarado de Junho, já foram embora. A maioria dos veraneantes deste dia de praia, eram estrangeiros. Casais novos com bebés pequenos, alguns jovens e pouco mais. Gosto de estar na praia sem a confusão do verão, gosto de sentir o sol a aquecer a minha pele e as ondas a bater no meu corpo, caminhar descalça na areia molhada e pisar a espuma que vem beijar os pés, saborear o cheiro a maresia em fim de tarde ou logo pela manhã, observar as gaivotas que vêm procurar alimento, vislumbrar um ou outro barco que aparece na linha do horizonte, comtemplar o sol a descer e a esconder-se por detrás de todo o mar que  vista alcança.....

Passeando pela Ericeira

 

 

Percorrendo as praias da Ericeira. Logo pela manhã, o dia estava azul, nada daquelas nebelinas matinais que por vezes se prolonga pela manhã toda, decidi-me pela praia do sul ou praia da Baleia, antigamente conhecida por "Praia dos banhos".

 

 
À tarde dando outras voltas fui ter ao Forte de S. Lourenço! Uma bela paisagem se oberva deste local!
 
 
 
E acabei a tarde na Praia da Empa, onde me estendi ao sol depois de ter dado umas braçadas naquelas zonas de banho fantásticas. Uma praia sem assistência.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Manhãs e tardes de praia

 

São chapéus de sol ás riscas, ás flores ou simplesmente de cor lisa, abertos, protegendo do sol os muitos veraneantes que aproveitam uma tarde quente de Julho, nesta praia deliciosa de água calma e transparente; As muitas toalhas coloridas que se estendem aqui e ali no areal dourado, marcam um pequeno território que passa a "pertencer" por algumas horas a alguém. Pessoas que se movimentam em todas as direções brincando e vigiando as suas crianças; as crianças são traquinas e inocentes não conhecem os perigos que espreitam em cada esquina, vigiar todos os momentos delas é "lei". Há quem durma uma sesta, há quem namore, há muitos que conversam e outros que lêem um livro ou uma revista. É a senhora dos bolos que apregoa a "bola de berlim" e o homem dos gelados  "olhó geladinho". O cheirinho a maresia, a brisa que beija o corpo moreno já bronzeado pelas manhãs e tardes, exposto ao sol, o caminhar de pés descalços na linha da água, sentindo as cócegas provocadas pelos grãos de areia ... É Verão