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Abrigo das letras

Abrigo das letras

Ir a Marte sem bilhete de regresso

Deus me livre, deixar este planeta azul e atirar-me a uma aventura dessas sem perspectiva de regresso. Não, ir a Marte nem com todo o dinheiro do mundo. Iria para um país onde houvesse trabalho para todos, onde o serviço de saúde e educação tivesse prioridade sobre coisas tão menos importantes, onde as pessoas fossem respeitadas como merecem, onde não houvesse crime, principalmente contra idosos e crianças, onde o clima fosse ameno todos os meses do ano (embora não nos possamos queixar do clima do nosso querido Potugal, que é explêndido e faz as delícias de tantos estrangeiros). Alguns dirão "um país assim era uma monotomia, sem acção, sem adrenalina....) outros como eu dirão "era um país abençoado por Deus).... este país é apenas uma utopia, pois os recursos naturais para a vida se sustentar, escasseiam e existem milhões de pessoas no mundo que nada têm para comer e outros gastam fortunas para ir para Marte porque no planeta azul já se esgotou o que lhe faz adrenalina no corpo e no espírito.....