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Abrigo das letras

Abrigo das letras

23
Nov16

Galeria de arte

Maria Flor

Fazia imenso tempo que não ia áquele centro comercial, porém, naquele dia deu-lhe assim uma "coisinha" e disse para consigo: - hoje vou ao cinema ao centro comercial. E foi, viu um filme que gostou e há saída necessitou de ir à casa de banho. O que viu deixou-a estupefacta, a casa de banho era nem mais nem menos que uma galeria de arte, sim, foi a impressão que teve quando entrou no espaço das senhoras, era uma galeria de arte, nada se parecendo com aqueles espaços que estava habituada a ver. Ficou deslumbrada e fascinada ao mesmo tempo que pensava.... sim nós merecemos, aqui deixamos o nosso dinheiro!

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 (imagem da net)

Quando pensou em escrever este post é que se lembrou, grande falhanço ter-se esquecido de fotografar o espaço para ilustrar o post!

21
Nov16

Quem sou eu

Maria Flor

Para quem já bloga para aí há uns quatro anos, é um pouco tarde para dizer quem sou eu. Pela minha escrita, quem me segue já percebeu um pouco do meu perfil, daquilo que ousei mostrar, daquilo que não ouso mostrar. Assim sendo, e desembainhando mais um pouco a pessoa que se encontra deste lado da cortina, ouso dizer que sou uma pessoa que gosta de pessoas bonitas por dentro, da natureza em estado puro, do mar, do nascer e pôr do sol, de passear, ler e ouvir música (excluindo a "pimba"), fazer longas caminhadas por caminhos tortos, descansar à sombra de uma árvore, conversar com os amigos, partilhar grandes almoçaradas com a família e amigos aos domingos e feriados. Brincar com as crianças da família, ler, ver cinema, teatro e concertos também fazem parte das minhas preferências!

Estas são algumas das coisas que gosto, as que não gosto, não merece a pena mencionar, são tantas, mas tantas.... só vou mencionar três, mentira, falsidade e ganãncia.

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14
Nov16

Amor, essa palavra que invade o coração

Maria Flor

"Amor, uma palavra tão pequena que se torna tão grande quando o sentimos em nosso coração. Sentimento tão imenso quanto o céu, tão radiante quanto o sol e tão forte quanto o mar. Como disse o poeta: "é fogo que arde sem se ver, ferida que dói e não se sente", sim o amor é uma mistura de emoções e sentimentos que invade nosso coração sem ao menos pedir licença para entrar"!

Boa semana!

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06
Nov16

Domingas #3(conto)

Maria Flor

O primo Jorge ia percebendo que os seus propósitos iriam apresentar dificuldades de serem alcançados e disse: - Prima Domingas fico feliz por saber que a prima é feliz aqui, mas nunca sonhou conhecer um pouco mais do mundo, viver em outro lugar, conhecer outras pessoas?

Desconfiada, Domingas exclamou - porque me faz essas observações, porque haveria eu de ir conhecer mundo, conheço o mundo que a televisão me mostra e fico contente, conheço as pessoas daqui que vivem como eu e somos felizes assim, porque haveria de viver noutro lugar? Jorge não sabia como abordar o assunto, tinha ensaiado tantas vezes, tinha imaginado que a sua prima ficaria feliz com a sua proposta, mas agora verificava que estava redondamente enganado, verificava que há pessoas que encontram a felicidade nas pequenas coisas da vida. Ele estava habituado à vida agitada de Paris, às luzes, ao movimento.... como abordar então a sua proposta?

Jorge tinha estudado ao pormenor aquela aldeia, pelo pouco que tinha observado daquela pequena quinta onde a prima vivia, constatara que a quintinha tinha muitas potencialidades para o seu projeto, estava na moda o "turismo rural", tinha desenhado na sua cabeça um projeto tão bonito, como convencer a prima Domingas?

Então abordou a prima de outra maneira, perguntando - que acha a prima Domingas da ideia de alguém um dia querer trazer para aqui um pouco de turismo? Domingas apalermada interrogou - turismo????......

(continua)

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01
Nov16

Há Pão por Deus 2016

Maria Flor

Uma das tradições mais bonitas que existe. Foi com muito carinho que preparei os saquinhos que vou distribuir pelos meninos e meninas que daqui a pouco vão andar pelas ruas, batendo a campainha das portas com a frase do dia "há Pão por Deus"

Enquanto distribuo aquilo que preparei é quase como se voltasse a ser menina e fosse eu a criança que hoje bate às portas. 

Naquela época, as nossas mães costuravam de propósito os sacos, levavámos sempre dois sacos porque havia coisas que não se deviam misturar, iamos em grandes ou pequenos grupos, na minha aldeia existiam muitas crianças, a alegria bailava nas ruas, nas portas e nas casas, era um dia de uma alegria excepcional. 

Hoje não é muito diferente de outrora, apenas algumas nuances de modernidade se fazem notar, alguns adultos acompanham as crianças mais pequenas. 

Com nuances ou não o que importa mesmo é que não se percam as tradições que trazem alegria, que trazem vida às ruas, às casas e às pessoas!

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 Aqui vos mostro a cesta que preparei para este dia.

 

Hoje a minha porta está aberta para os receber com o carinho que merecem, as crianças são o melhor que o mundo e a vida têm!