Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Abrigo das letras

Abrigo das letras

30
Abr16

Bolo de iogurte

Maria Flor

Acabadinho de fazer, ainda está quente!

 

DSC05983.JPG

 Cá em casa gostamos muito deste bolo, é muito fácil de fazer e sai sempre bem!

 

Receita:

4 ovos

1 iogurte

3 copos de iogurte de açúcar

3 copos de iogurte de farinha

1 copo de iogurte de óleo (roubei um bocadinho)

1 colher de sobremesa de fermento para bolos

30
Abr16

Pilares daqui e dali

Maria Flor

Desci a rampa, tirei o tiket, a cancela abriu. Bolas, que estacionamento apertado, comentei logo para mim mesma. Está um lugar ali ao canto, vou arrumar ali. O lugar, para quem está muito habituado a estacionar em estacionamentos subeterrãneos apertados, até que nem era mau, havia pilar aqui, havia pilar ali, agora olha pelo retrovisor da direita, agora olha retrovisor da esquerda, agora olha retrovisor central, agora anda para trás, agora anda para a frente, aquilo estava a apresentar algumas dificuldades.

Estava a minha viatura quase arrumada quando vejo sair um carro de um lugar mais fácil. Não estou com meias medidas, avanço para lá, ficou logo arrumadinho ali à primeira. Boa. Para sair também vai ser melhor, penso.

 

Quando foi para sair, embora estivesse fácil, havia que ter muita atenção aos pilares, eles estavam ali a marcar presença e a suportar o peso do edificio, não queria dar mais uma moça ao carro, ele já tem duas ou três moçazitas ligeiras, não faz falta mais nenhuma. Começo a fazer a manobra de marcha atrás, o funcionário que ali estava veio logo em meu auxilio, se calhar ele está ali precisamente para isso, para ajudar as pessoas a não bater no diabo dos pilares, ainda mandam o edificio abaixo, isso é que era um prejuízo complicado...

 

Bem, com tudo isto, ele ainda passou o tiket na máquina para sair, não tive que esticar o braço, às vezes o braço fica tão longe que não chego à máquina, a cancela levantou, subi a rampa, porque há sempre uma rampa, virei à esquerda, porque era para a esquerda que tinha que ir e segui o meu caminho!

 

Obrigada Sr. Funcionário.

 

29
Abr16

Sorrir, sempre

Maria Flor

frases_para_ser_feliz.jpg

 É bom sair por aí e distribuir sorrisos e palavras simpáticas a quem connosco se cruza. Dizem que ontem foi o dia do sorriso, para mim, sorrir deve fazer parte de todos os nossos dias. Dias sem sorrisos são como jardins sem flores ou dias sem sol.

 

Se a dor te atormenta, mesmo assim consegues sorrir para o teu semelhante, diminues um pouquinho a tua dor e dás tanto ao outro, porque aquilo que dás ao outro também o estás a dar a ti própria.

 

Muitas das vezes não nos apetece sorrir, algo dentro de nós está escuro e triste, ainda assim, se sorrimos  uma liberdade abre-se dentro de nós. A falta do sorrir cria dentro de nós, depressão, solidão...

 

 

Um simples sorriso tem o poder de transformar momentos, comportamentos ou estados de espírito. 

28
Abr16

A leitura da luz

Maria Flor

Enquanto esperava pela minha vez, ia ouvindo dstraidamente a conversa que se desenrolava com duas pessoas lá atrás, uma mulher e um homem. Dizia a mulher - hoje só vou chegar a casa lá para  a noite, ontem a esta hora já estava quase despachada daqui. É que, tenho que apanhar a camioneta para a feira onde está o meu marido, depois, petisco ali qualquer coisa e tenho que apanhar outra camioneta para ir a outro sitio levar a leitura da luz, ando a pagar luz que ainda não consumi, sabe, esta coisa das estimativas é uma treta, andamos a pagar aquilo que ainda não gastamos. 

 

Dizia então o homem - eu já há muito tempo que me habituei a dar a leitura pelo telefone, assim, pago só aquilo que gasto e não me chateio mais, dantes também me acontecia isso e nunca sabia o que gastava. É que, isto das estimativas é mesmo muito chato e termos que dar a leitura é chato também, ao fim e ao cabo estamos a fazer o trabalho deles, já pagamos todas aquelas taxas que eles nos impôem e mesmo assim, ainda temos que fazer o trabalho que lhes compete como por exemplo,  fazer e enviar a contagem da luz para eles.

contador.jpg

 

 Isto acontece com a luz mas o mesmo acontece com a água, pelo menos no meu concelho. No verão, então é deveras aborrecido principalmente para quem tem quintais, pequenas hortas ou piscinas e não tem furo, ou seja, quem tem estas coisas e precisa da água da companhia para poder usufruir delas. Se uma pessoa se distrai com as torneiras e não dá as leituras mensalmente, quando eles vem fazer a contagem que é de quatro em quatro meses, é de ficar tonto e cair para o lado com a conta que aparece. O verão está aí a chegar, nada de esquecer de enviar as leituras.

 

 

 

28
Abr16

Palavras do Papa Francisco

Maria Flor

Uma família que quase nunca come em conjunto ou que, à mesa, não fala mas vê a televisão ou olha para o ‘smartphone’, é uma família ‘pouco família’. Quando os filhos, à mesa, estão agarrados ao computador, ao telemóvel e não se ouvem uns aos outros, isto não é família, é uma pensão”

papa09.jpg

 

 

 Nos países ricos somos induzidos a gastar dinheiro para comer excessivamente e, depois, somo-lo de novo para remediar o excesso. Este negócio insensato desvia a nossa atenção da verdadeira fome do corpo e da alma. Quando não há convivência, há egoísmo, cada um só pensa em si, ajudado pela publicidade que a reduziu a uma linguagem de lanches e guloseimas, enquanto tantos, demasiados irmãos e irmãs, ficam fora da mesa. Isto é uma vergonha!”

27
Abr16

Diamante de sangue

Maria Flor

Este é um daqueles filmes que deixam uma pessoa de coração partido!

É a terceira vez que o vejo

diamante.jpg

Sinopse

Tendo como pano de fundo o caos e a guerra civil que assolou a Serra Leoa nos anos 90, “Diamante de Sangue” é a história de Danny Archer (Leonardo DiCaprio), um ex-mercenário do Zimbabué, e de Solomon Vandy (Djimon Hounsou), um pescador da tribo Mende. Ambos são africanos, mas tanto a sua história de vida como as circunstâncias em que vivem não podem ser mais diferentes do que são até que os seus destinos se unem numa luta comum pela recuperação de um raro diamante rosa, uma pedra preciosa que tanto pode transformar uma vida… como ditar o seu fim.

 

Solomon, que foi retirado à família e obrigado a trabalhar nas minas de diamantes, descobre a extraordinária pedra preciosa e esconde-a com grande risco, pois sabe que, se for descoberto, será imediatamente morto. Mas Solomon sabe também que o diamante pode não só permitir-lhe salvar a mulher e as filhas, condenadas a viver como refugiadas, mas também ajudá-lo a libertar o filho, Dia, de um destino ainda pior: o de menino-soldado.

 

 

A história do diamante escondido de Solomon chega aos ouvidos de Archer, que ganha a vida a trocar diamantes por armas, quando este se encontra preso por contrabando. Archer sabe que a descoberta de um diamante como aquele só acontece uma vez na vida e que o seu valor é suficiente para o libertar de África e do círculo de violência e corrupção em que tem sido uma das figuras de proa. Surge então Maddy Bowen (Jennifer Connelly), uma jornalista americana, cheia de ideais, que está na Serra Leoa para descobrir a verdade por detrás das guerras provocadas pelos diamantes e pôr a nu a cumplicidade dos cabecilhas da indústria dos diamantes para quem os lucros contam mais do que os princípios.

 

Maddy procura Archer como fonte para o seu artigo, mas rapidamente descobre que é ele que verdadeiramente necessita dela. Com a ajuda de Maddy, Archer e Solomon iniciam uma perigosa viagem pelo território dos rebeldes. Archer precisa que Solomon descubra e recupere o valioso diamante rosa, mas Solomon anda à procura de algo mais precioso: o seu filho.

27
Abr16

Quando a campainha toca

Maria Flor

Antes de abrir a porta verifico quem toca a campainha, quase sempre são, ou as testemunhas de Jeová, ou comerciais a querer vender pacotes de telecomunicações ou então, o carteiro quando trás uma carta registada. Olhei sem ser vista e vi duas moças com pastas na mão. Não abri a porta - deixas-as ir - certamente andam a vender alguma coisa ou a fazer inquéritos - não tenho paciência.

 

Já me interromperam o descanso merecido de que estava a desfrutar.... já me perturbaram.

 

Por outras experiências de tempos idos, em que algumas vezes me convenceram a comprar coisas que afinal não me faziam falta nenhuma, agora já não estou para isso, e quanto a inquéritos também não é coisa que goste de responder, por vezes fazem perguntas muito pessoais às quais também não gosto de responder e também não gosto de ser mal educada.

 

Posto isto, e ainda ontem se celebrou o dia da Liberdade, somos livres para agir da forma que entendemos desde que não se ponha em causa a liberdade dos outros. Sou livre para abrir ou não abrir a porta quando a campainha toca!

 

26
Abr16

Finalmente as temperaturas já agradam

Maria Flor

As temperaturas dos últimos dias e as prevista para hoje, convidam à praia, às caminhadas e às atividades ao ar livre. Nunca é demais relembrar  para os cuidados que devemos ter com as primeiras exposições do nosso corpo ao sol. Não as vou aqui descrever porque todos já as conhecem de sobra. Nem todos as pôem em prática, mas isso já é um problema de cada um.

 

É tão bom sentir o solinho aquecer a pele, é tão bom vestir roupas mais leves, é tão bom sentir o cheirinho da primavera e ouvir o chilrrear da passarada!

oculos.jpg

 

26
Abr16

O roupão do Príncipe George

Maria Flor

A criança de que falamos é um menino lindo. O seu roupão, uma peça de roupa branca e simples já produziu um efeito estrondoso ao ponto de já ter esgotado e, só se aceitar reservas por encomenda. Não é pois de estranhar, como sempre acontece com estas coisas, vestir ou oferecer uma peça igual à que um principe usa, mesmo que seja um roupão, é já por si algo que eleva o "ego" de qualquer um.

 

Ganha com isso a marca que os vende.

 

Principes e roupões à parte, o certo é que a criança é linda, e como criança que é, a sua inocência transparece na foto, é uma fofura de menino!

ng6594087.jpg

 

25
Abr16

Cravo de Abril

Maria Flor

cravo.jpg

 

"Com o 25 de abril de 1974 abriram-se as portas para a conquista de um lugar digno na sociedade. A mulher portuguesa deixou de ser vista apenas como a filha, esposa ou mãe e passou a ser encarada também como cidadã. Pôs-se fim à discriminação."

 

 

 

 

 

 

 

Pág. 1/5